voltar | GUILHERME RIOS

Aniversário: 25 de julho | Cidade Natal: São Paulo | Instrumento: Vocal

Às vezes me parece irônico ter escolhido o canto. Não sei se conseguiria explicar todo porquê, então vou me poupar do trabalho. O que eu posso dizer é que poderia ter sido alguma outra coisa. Não nasci desejando música. Na verdade, adorava desenhar muito antes de escutar a primeira canção inteira por vontade própria – não espere que eu me lembre qual foi. Talvez alguma do Kenny G. Quem sabe me tornasse um desenhista se não fosse um súbito desânimo. Nunca mais. Nem um único “Homem-Aranha” fazendo acrobacias pela cidade.

Escolher absolutamente nada seria também uma boa escolha. Estou certo de que faria isso muito bem. Mas não pense que isso é uma reclamação. Não. Quem poderia se queixar da profissão de cantor?! Afinal, tudo que é preciso fazer é viver. Pronto. Já é cantor. (rs) Não, não é tão simples assim... No mínimo, o cantor é alguém que vai juntar letra e música e, de preferência, de alguma forma coerente. Aquele que vai dar um sentido “humano” à melodia. E muitos sabem o céu e o inferno em fazer isso. No final das contas, há do que reclamar e também muito a agradecer.

As coisas aconteceram aos poucos e talvez por isso tenha ficado. Minhas primeiras participações não me trouxeram muitas preocupações e assim o canto foi se aproximando. Lentamente. Cada vez mais tomando parte do meu tempo.

Vale a pena citar a inesquecível banda Virthua, da qual participei durante alguns anos. E, por que não, a Nostalgia, banda que contava com alguns integrantes da LÍRIS (muito mais novos, é claro)?
Deixo aqui lembranças aos meus antigos companheiros.